quarta-feira, 8 de agosto de 2012


DESCODIFICAÇÃO

(...) (...) O    paciente,  apesar  de  codificado   pela  psiquiatria,  funciona  em  linhas  da   diferença  que vazam. A Forma dada, estática,  no fim  das  contas, é  efeito do  poder  médico. Isso dificulta  uma prática em direção a  expressões  novas. Sendo assim, o exame da mente para encontrar a mente terá que se transformar numa produção/intuição  de multiplicidades. Não mais haveria exame mental  porque a “mente” não é algo  visível. E o que  seria  examinado  (ou  encontrado)?
                 Devires.  Eles compõem processos do  desejo e articulam crenças. Deste modo,  afetos e  crenças  desarranjam  a máquina  dos sintomas-fármacos.     
(...)
A.M.

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