terça-feira, 5 de novembro de 2013

JORGE BEN - Mas Que Nada


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A.M.

LEON WYCZOLKOWSKI


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

País teve 50 000 assassinatos em 2012, pior marca em quatro anos

Se os números da economia formal brasileira mostram sinais de desaceleração, o submundo do crime permanece pujante. É o que mostram os dados da criminalidade enviados pelas Secretarias de Segurança das 27 unidades da federação para o Anuário Estatístico do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No ano passado, o número de homicídios no país cresceu 7,6% em relação a 2011 e atingiu a pior marca desde 2008. Foram 50.108 assassinatos em 2012, incluindo homicídios dolosos (47.136), latrocínios ou assaltos seguidos de morte (1.810) e lesão corporal seguida de morte (1.162). O país registrou taxa de 25,8 homicídios por 100 000 habitantes.

Os estados do Norte e Nordeste seguem liderando o ranking de homicídios no Brasil. Alagoas, com 61,8 casos por 100 000 habitantes, apesar de estar no primeiro lugar no ranking, registrou redução de 14%. O Pará subiu para a segunda colocação, com 44 por 100 000, seguido por Ceará (42,5), Bahia (40,7) e Sergipe (40). Os dados completos do anuário, encomendados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vão ser apresentados na terça-feira.
(...)
Fonte: Veja

CABRA MARCADO PARA MORRER

documentário de Eduardo Coutinho iniciado em 1964 e concluído em 1984

SEM RETORNO

O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.

Fernando Pessoa

domingo, 3 de novembro de 2013

FELICIDADE

Não quero saber do sofrimento, quero é felicidade. Não gosto de fazer lamúrias. Uma vez, discuti feio sobre determinada situação. Fiquei sozinho em casa, cheio de razão e triste pra cacete. Então, pra que querer ter sempre razão? Não quero ter razão, Quero é ser Feliz!

Ferreira Gullar

O ENCONTRO

Carl e Gilles

"SÓ EXISTE O DESEJO E O SOCIAL E NADA MAIS"

A medicalização da vida social produziu uma espécie de "ser" da doença. Isso é  fácilmente constatável no caso das depressões de etiologia "psicogênica". A família, ou os que estão mais próximos ao paciente, referem-se a ele com "A depressão".E ele próprio, se vê desse modo.Um trabalho psicoterápico torna-se difícil, senão inviabilizado.O fármaco comparece como esparadrapo...

A.M.

PAULINHO MOSKA - Pensando em Você


MELANCOLIA DA CLÍNICA

(...)  A psiquiatria da  depressão é a depressão da psiquiatria, ou seja, o desaparecimento de alguma vitalidade teórica (oriunda do século  XIX) sob a égide da neurociência e os interesses  da indústria  farmacêutica. 
(...)
A.M.
SEM RESSENTIMENTO

(...) Contra os que pensam “eu sou isto, eu sou aquilo”, e que pensam assim de maneira psicanalítica (referência à sua infância ou destino), é preciso pensar em termos incertos, improváveis: eu não sei o que sou, tantas buscas ou tentativas necessárias, não-narcísicas, não-edipianas – nenhuma bicha jamais poderá dizer com certeza “eu sou bicha”. O problema não é ser isto ou aquilo no homem, mas antes o de um devir inumano, de um devir universal animal: não tomar-se por um animal, mas desfazer a organização humana do corpo, atravessar tal ou qual zona de intensidade do corpo, cada um descobrindo as suas próprias zonas, e os grupos, as populações, as espécies que o habitam. Porque não teria direito de falar da medicina sem ser médico, já que falo dela como um cão? Por que razão não falar da droga sem ser drogado, se falo dela como um passarinho? E por que eu não inventaria um discurso sobre alguma coisa, ainda que esse discurso seja totalmente irreal e artificial, sem que me peçam meus títulos para tal? A droga às vezes faz delirar, por que eu não haveria de delirar sobre a droga?
(...)
G. Deleuze in Carta a um crítico severo

JEAN LUC PONTY - Cosmic Messenger


SINTO

Sinto
Que em minhas veias arde
Sangue,
Chama vermelha que vai cozendo
Minhas paixões no coração

Mulher, por favor,
Derramai água
Quando tudo se queima,
Só as fagulhas voam
Ao vento.

Garcia Lorca

BLADE RUNNER

For ever