quarta-feira, 11 de setembro de 2013

QUAL SOFRIMENTO?

(...) O mundo  é  o paciente  e vice  versa. Essa  é a  base  conceitual para se  pensar  o  sofrimento como “sofrimento do mundo”ao modo poético de dizer. O paciente recolhe do mundo afetos tristes que o  destroem por dentro. O eu,  um  artefato psíquico útil para a comunicação, é atingido. Ele  não  mais coordena  ações práticas  ou  o faz com dificuldade. Assim, surge a pergunta clínica: um  apragmatismo social se revela com que afetos? O que sente aquele que  rompeu  com os  códigos  sociais  vigentes? Sente-se  doente?
(...)
A.M. in Trair a psiquiatria

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