AINDA SOBRE REGIMES DE DELÍRIOS
O delírio é a matriz da produção desejante. No fundo da história, o Id. É preciso ler Marx, Nietszche, Freud, Groddeck e muito depois Deleuze/Guattari para situar o delírio como produção desejante no campo social e na história das civilizações. E com isso aniquilar o conceito de eu, pessoa, subjetividade cristã e boas intenções da consciência. Em tempos capitais, a produção desejante oscila entre nós subjetivos, se expressa em máscaras de rostidade e faz da macropolítica a micropolítica. E vice-versa. Atualiza e internaliza o inconsciente, o delírio, o chamado mundo psíquico, enfim, o fundamento-sujeito como centro de um mundo sem centro.
Que o diga a ultra-direita global.
A.M.
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