Subjetividade nazi - fascista à brasileira
Pensar a formação histórico-patriarcal brasileira inscrita na Realidade é condição para compreender a subjetividade (ou subjetivação) atual.
Subjetivar o mundo objetivo e objetivar linhas subjetivas. Isso se equivale. É que não existe o indivíduo com um ser isolado, autônomo.
Existem processos (linhas) existenciais com expressão prática sócio-desejante. Mil afetos.
Vêm da Itália ( 1922) e da Alemanha (1933) processos existenciais de base política que eram chamados de fascismo e nazismo.
Apesar do fascismo e do nazismo terem sido derrotados na segunda guerra, os sentimentos que eles evocam sobrevivem.
Com máscaras.
Tais sentimentos se abrigam na chamada direita ou mais precisamente na extrema direita. Mas ninguém, óbvio, quer ser chamado de fascista e/ou nazista.
Eles habitam a Cloaca Brasileira: católicos, evangélicos, religiosos, espiritualistas, liberais, empresários, conservadores, pessoas "normais" e outros menos votados.
A.M.
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