-Antonio, você traz um discurso crítico à psiquiatria. Como se sente em relação às reações?
-Fortalecido. Claro que estou isolado, solitário. Mas não me queixo. De todo modo não é importante "como me sinto". Esta pergunta vem do rol das identidades fixas.Afinal, o combate, para ser profícuo, tem que ser impessoal. É uma condição ético-política. E estética.
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