A EXPERIMENTAÇÃO
As interpretações analíticas, mesmo que pareçam cativantes e notáveis, não
poderão levar à convicção somente por meio do material psíquico suscitado pela
associação livre, mesmo que o paciente o deseje e se esforce nesse sentido (…).
Tudo se passa como se a reflexão lógica, a compreensão intelectual não
permitissem chegar, por si sós, a uma verdadeira convicção. É preciso ter tido uma
vivência afetiva, ter experimentado na própria carne, para atingir um grau de
certeza que mereça o nome de convicção.
Sándor Ferenczi, 1912
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