DROGA
Quando o psiquiatra prescreve uma droga, ele vai junto com a droga, dissolvido nela, adentrando ao universo subjetivo do paciente. Chamamos de “universo subjetivo” o corpo intensivo que produz um mundo, mesmo que seja produção de destruição, como no caso das depressões. Na clínica, já que o médico, como figura simbólica, é o comprimido, ele constitui o paciente como modo farmacológico de subjetivação. Esse fato começa a ser danoso quando o paciente é reduzido a uma boca que consome drágeas em horários posológicos.
A.M.
Nenhum comentário:
Postar um comentário