SEM ESSÊNCIA OU IDENTIDADE
(... ) (...) em uma perspectiva radicalmente antiplatônica, um filósofo como Nietzsche reabilita, no final do século XIX, o estatuto ontológico da própria máscara, tematizando-a como superfície que já não recobre um rosto, mas necessariamente outras máscaras, instaurando um movimento proliferante que inviabiliza a configuração de uma interioridade em que se resguardaria uma imutabilidade essencial.
(...)
Maria Cristina franco Ferraz - do livro Platão: as artimanhas do fingimento
Nenhum comentário:
Postar um comentário