COMO LER DELEUZE?
Deleuze confessava: "Sinto-me puro metafísico". Diferença e repetição, A dobra: Leibniz e o Barroco, duas obras que enquadram, por assim dizer, a obra, o provam a todo momento. Mas essa metafísica é enigmática: ela evoca a univocidade do ser, o transcendente e o transcendental, porém não pára de se recentrar sobre uma imanência que permanece firme em seu princípio. Para o leitor, seja a leitura recente ou muito antiga, Deleuze é sempre um labirinto.
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Arnaud Villani - do texto Deleuze e a anomalia metafísica
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