quarta-feira, 4 de abril de 2012

NÃO HÁ "O GRUPO", MAS AGENCIAMENTOS GRUPAIS

Seja um Caps  no serviço público: a  "sua" equipe técnica  é um grupo. Ou melhor, antes de ser uma equipe técnica,  é um grupo. Pelo menos deveria sê-lo. Não sendo, funcionará  tão só como  um dispositivo  institucional a serviço do governo x, distanciado-se  da experiência clínica e,  daí, do paciente. A forma-grupo é o  que dá (ou dará) condições de possibilidade a um trabalho  cotidiano em que as fronteiras técnico-profissionais sejam dissolvidas. Um trabalho verdadeiramente transdisciplinar.  Neste sentido, podemos usar o esquema (simples):  grupo - ética - política  (não partidária, mas  institucional) -  equipe técnica  - construção de  clínicas  - técnicas de intervenção sobre o paciente - grupo - ética  etc... (renova-se o ciclo).

A.M.

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