NÃO HÁ "O GRUPO", MAS AGENCIAMENTOS GRUPAIS
Seja um Caps no serviço público: a "sua" equipe técnica é um grupo. Ou melhor, antes de ser uma equipe técnica, é um grupo. Pelo menos deveria sê-lo. Não sendo, funcionará tão só como um dispositivo institucional a serviço do governo x, distanciado-se da experiência clínica e, daí, do paciente. A forma-grupo é o que dá (ou dará) condições de possibilidade a um trabalho cotidiano em que as fronteiras técnico-profissionais sejam dissolvidas. Um trabalho verdadeiramente transdisciplinar. Neste sentido, podemos usar o esquema (simples): grupo - ética - política (não partidária, mas institucional) - equipe técnica - construção de clínicas - técnicas de intervenção sobre o paciente - grupo - ética etc... (renova-se o ciclo).
A.M.
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