É sempre bom ter atenção aos discursos. Que eles tenham componentes de contradição, é inevitável, a menos para a mente paranóide. As formas de enunciação são variadas. Algum cientista pode criticar as religiões, mas se vestir de branco todas as sextas e frequentar o candomblé. Sem problema. Não me refiro à contradição ou aos paradoxos, enfim. Refiro-me à incoerência. Por exemplo, um promotor faz um discurso "garantista", conforme a Constituição. Se, porém, em sua prática, ele risca a Constituição, temos uma incoerência. Acontece que, no Brasil, as incoerências são normais. Assim, Demóstenes fora Procurador-Geral de Justiça de Goiânia.
É sempre bom ter atenção aos discursos. Que eles tenham componentes de contradição, é inevitável, a menos para a mente paranóide. As formas de enunciação são variadas. Algum cientista pode criticar as religiões, mas se vestir de branco todas as sextas e frequentar o candomblé. Sem problema. Não me refiro à contradição ou aos paradoxos, enfim. Refiro-me à incoerência. Por exemplo, um promotor faz um discurso "garantista", conforme a Constituição. Se, porém, em sua prática, ele risca a Constituição, temos uma incoerência. Acontece que, no Brasil, as incoerências são normais. Assim, Demóstenes fora Procurador-Geral de Justiça de Goiânia.
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