DO CÉREBRO
(...) (...) Assim o problema se altera: não se trata mais de liberar "o espírito" do mecânico, mas de liberar o cérebro da smartness, para lhe restituir um campo vital e prático, anterior à oposição artifício/natureza. Tratar-se-ia de um tipo de vitalismo "no momento em que se esfuma toda diferença entre natureza e artifício". Ao cérebro-computador caro à neurociência cognitiva. Deleuze irá opor, então, um cérebro vital, "pragmatista" à maneira de James e de Whitehead, ou seja, imerso em um universo pluralista, imprevisível.
(...)
John Rajchman - do texto Existe uma inteligência do virtual?
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