quarta-feira, 11 de julho de 2012

A DIFERENÇA EM PSICOPATOLOGIA

(...) (...) É  possível   ir para  além de  1-um mundo interno; 2- uma consciência; 3- um  eu; 4-um cérebro. O subjetivo ultrapassa a  barreira das  entidades fixas do  psiquismo. Devido  às  codificações sociais, isso  não é  fácil de perceber, mesmo ao clínico mais  arguto.O construto  “doença mental”, ”transtorno mental” ou  “transtorno psicológico” encobre as linhas vivenciais do paciente. Realiza  uma espécie de  decalque do patológico, cadastrando-o num diagnóstico fixo e essencial. Os processos  subjetivos  “desaparecem” em prol do diagnóstico.Trata-se da instauração de um regime de verdade: o diagnóstico.Por isso,  necessitamos  inserir a vivência  da loucura  como antimodelo da  subjetividade. 
(...)
A.M.

Um comentário:

  1. A pergunta "O que é a loucura?" está no campo dos afetos, justamente por não ter resposta. Tudo o que já se tem uma resposta está fora do campo dos afetos.

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